Caminhos alternativos e flexíveis para promover o desenvolvimento dos profissionais após o MBA.

A Nova HSM Expo 2016 proporcionou momentos de protagonismo para o desenvolvimento de líderes ao criar um novo formato de evento denominado Trilhas de Aprendizagem, que aprimoram o questionamento objetivo do progresso na carreira do gestor.

O formato Trilhas de Aprendizagem – ao contrário das grades de palestras que seguem, obrigatoriamente, uma sequência previamente estabelecida – procura conciliar as necessidades dos participantes, assegurando certa autonomia na definição dos temas e na sequência dos mesmos. Representam o estabelecimento de uma rota de navegação onde cada profissional tem um mapa de oportunidades disponíveis para escolher qual caminho seguir e aonde quer chegar. Ou seja, estimulam oportunidades de capacitação e aperfeiçoamento ou aquisição de novas competências, onde o profissional caminha na sua própria trilha, descobrindo novas formas de se relacionar com o conhecimento, em momentos formais e informais.

Desde 7 de novembro, proponho encontros gratuitos (presenciais e a distância via Skype careerplanjfb1) para debater sobre as experiências vivenciadas na Nova HSM Expo 2016, dentro do projeto do livro “Âncoras, Portos e Timoneiros: Simplesmente”, que tem como objetivo abordar como a Filosofia e a Literatura podem contribuir para a elaboração e execução do Plano de Carreira Individual, agregando valor na formação e desenvolvimento de um profissional mais engajado na educação executiva, por meio das Trilhas de Aprendizagem.

Em comemoração aos 50 anos do lançamento do livro “O Gerente Eficaz” (DRUCKER, Peter 1967), a partir de abril, as Anotações Reflexivas serão introduzidas nestes encontros tendo como foco principal o conteúdo do livro “O Gerente Eficaz em Ação”. (DRUCKER, Peter e MACIARIELLO, Joseph 2006).

Os participantes da HSM Expo 2016 interessados nestes encontros podem obter maiores informações pelo joaoflorenciobastos@gmail.com ou (19) 99865-4060 | Mais: http://www.linkedin.com/in/joaoflorenciobastos | #Drucker110anos

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Pense sobre as perguntas instigantes que faria a si mesmo para refletir a respeito do seu aprendizado diário.

Já mencionei neste blog que o Dr. Ira Progoff PhD tornou-se muito famoso por apresentar os workshops dirigidos aos executivos, abordando a importância de escrever livremente e com regularidade – por meio do Reflective Writing Method – diários pessoais como uma forma indireta de refletir sobre os problemas do dia a dia no mundo corporativo. Porém, é importante continuar atacando os problemas urgentes de forma direta. Não é à toa que cada vez mais gestores, em todo o mundo, estão recorrendo ao método Action Learning (AL), ou aprendizado em ação.

O norte-americano Skipton Leonard, em matéria publicada na HSM Management, edição 117 (jul/ago 2016), afirma: “o método é uma abordagem estruturada para lidar com questões complexas, uma plataforma que ajuda a encontrar soluções para problemas urgentes e que também envolve aprendizado. Toda sessão deve ser concluída com propostas de ação, com o que se tem de fazer como resultado do processo”.

Após a Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de ajudar os países europeus completamente destruídos e vendo o governo sem dinheiro para financiar especialistas nos desafios a enfrentar, o astrofísico inglês Reg Revans pensou uma forma de questionamento crítico para superá-los. A inspiração veio de uma prática comum na Universidade de Cambridge, quando Revans e seus colegas se encontravam para compartilhar dúvidas e refletir sobre o aprendizado diário.

O aspecto-chave do Action Learning é que as equipes precisam ser autogeridas, com o objetivo de perguntar e aprender. À frente do processo está o líder, que faz perguntas e instiga cada participante a refletir sobre o que foi aprendido individualmente e como equipe.

Sozinho e por meio das anotações reflexivas, pense sobre as perguntas instigantes que faria a si mesmo para refletir a respeito do seu aprendizado diário. Envie o seu comentário ou escreva para joaoflorenciobastos@gmail.com | Mais: http://www.linkedin.com/in/joaoflorenciobastos

A Inteligência Artificial vai mudar a gestão e a liderança.

Anote para refletir ou reflita para anotar: Será que a Inteligência Artificial vai mudar a gestão e a liderança? A essa pergunta, Reid Hoffman, cofundador do Linkedin e autor de Comece por Você, respondeu na edição 118 (set/out 2016) da HSM Management:

Estamos prestes a testemunhar uma grande ruptura na maneira como as organizações coletam, analisam e agem sobre o conhecimento. A Inteligência Artificial (IA) em breve fará a gestão evoluir de uma arte para a combinação de arte e ciência. Não porque estaremos seguindo o comando de mestres robôs de ficção científica, mas por que a IA nos permitirá aplicar a ciência dos dados às interações humanas no trabalho.

Segundo Hoffman, os atuais processos de gestão de desempenho são obsoletos porque para gerir a performance, é preciso ser capaz de medi-la. Na maioria das empresas, isso é simplesmente impossível porque os líderes têm de avaliar (e serem avaliados) com base nos resultados gerais das empresas, embora certas funções – como vendas – tenham métricas objetivas e quantitativas de desempenho, as demais áreas baseiam-se em critérios e análises subjetivas, resultando em um processo viciado e impreciso.

Nos próximos anos, as organizações de vanguarda aplicarão IA especializada para construir um complexo e abrangente diagrama de conhecimento corporativo. Assim como um gráfico social hoje mostra as relações das pessoas em uma rede social online, o diagrama representará a interconexão de todos os dados e comunicações na empresa. Desta forma a IA também nos ajudará a aperfeiçoar o flagelo da produtividade em algumas reuniões corporativas, inclusive aquelas relacionadas à avaliação de desempenho.

Portanto, começando por você, como coletar, analisar e agir sobre o conhecimento que você adquire por meio da avaliação de desempenho, visando alavancar a sua carreira? Envie o seu comentário ou escreva para joaoflorenciobastos@gmail.com | Mais: http://www.linkedin.com/in/joaoflorenciobastos

Por que ser mais romântico nos negócios? Qual é a diferença entre propósito e romantismo?

É muito provável que você já tenha vivenciado a experiência de escrever um diário em algum momento de sua vida e talvez nem se lembre dos motivos pelo quais parou de escrevê-lo. Porém, o que eu estou propondo neste grupo, por meio destes posts, é que você encontre um forte motivo para engajar-se na prática regular das anotações reflexivas.  Reflita comigo: você já ouviu, em algum lugar, que o pensamento gerencial mais recente associa engajamento com propósito?

Em entrevista exclusiva a HSM Management, publicada na edição 117 (jul/ago 2016), Tim Leberecht, autor de Romantize Seus Negócios, define romantismo como momentos inesperados de encantamento e critica empresas e gestores por deliberadamente evitá-los e reprimi-los. A seu ver, o romantismo é a melhor chance de os gestores escaparem do círculo vicioso de falta de encantamento, sensação de isolamento e excesso de padronização que molda a maior parte das empresas.

Leberecht argumenta que o pensamento gerencial deveria repensar a racionalidade e lembrar que o trabalho é só um pedaço da vida, afirmando:

“Passamos 70% da vida no trabalho; não podemos nos divorciar de aspectos importantes de nossa humanidade por 70% do tempo. A exigência desse divórcio é que explica por que, cada vez mais, há falta de engajamento. Os românticos nos negócios buscam maior significado no trabalho e veem valor no processo, tanto ou mais que o resultado final. A existência de um propósito na empresa até pode ajudar, mas aprendizado, excitação e aventura pesam muito mais. A pessoa pode até trabalhar em uma empresa dedicada a uma causa, mas sentir falta de romance porque o que ela quer mais curtir a jornada.”

Em sua opinião, aspectos associados ao romantismo são importantes para humanizar as relações de trabalho, aproximando-nos da criatividade, da motivação e de uma melhor conexão entre líderes e equipes?

Envie seu comentário ou escreva para joaoflorenciobastos@gmail.com | Mais: http://www.linkedin.com/in/joaoflorenciobastos

O futuro da gestão do desempenho na busca pela eficácia.

A Abordagem Drucker (breves textos sobre gestão e liderança para provocar no leitor o registro imediato de suas reflexões) é extremamente eficaz para praticar anotações reflexivas, tendo em vista que os breves trechos extraídos de matérias publicadas em revistas de negócios são mais atraentes do que aqueles publicados em livros ou artigos acadêmicos.

Desta vez, proponho que você reflita e escreva no papel (ou digite no computador) um breve e simples texto expressando a sua opinião sobre a adaptação que fiz de um pequeno trecho da matéria “O futuro da gestão do desempenho”, extraída de um estudo da McKinsey e publicada na revista HSM Management, edição 117 (jul/ago de 2016).

A maioria das organizações enfrenta problemas significativos com seus mecanismos de avaliação de desempenho. Diante da necessidade corporativa de que os profissionais tenham maior independência e capacidade de resolver problemas, o questionamento da gestão do desempenho fica mais relevante e dois aspectos têm chamado mais a atenção dos líderes:

1 – Reavaliar constantemente o que é desempenho, focando os profissionais que se destacam da média, positiva ou negativamente, mudando a linguagem dos feedbacks e oferecendo continuamente informações sobre o que funciona e o que não funciona.

2 – Escolher dados que apoiem uma mudança de ênfase: saem as avaliações que olham para trás (semestral ou anualmente) e entram as discussões focadas no dia a dia, mais no que é necessário para o futuro do que naquilo que ocorreu no passado.

Uma vez que estes aspectos variam de uma empresa para outra, como e em que velocidade poderiam ser implantados na sua empresa?

Escreva livremente sobre as primeiras ideias que lhe vierem à cabeça, a partir da questão acima. Se desejar interagir comigo, envie o seu comentário ou escreva para joaoflorenciobastos@gmail.com | Mais: http://www.linkedin.com/in/joaoflorenciobastos

O século 21 trará o fim da supressão do feminino.

Quando iniciamos o aprendizado do processo de questionamento objetivo do progresso na carreira por meio das anotações reflexivas, é muito importante associá-lo a algo que tenhamos algum envolvimento, seja por interesse próprio ou pelas experiências que vivenciamos no dia a dia corporativo. Desta forma, teremos mais dedicação, disciplina e determinação para alcançar resultados que podem ser mensurados a qualquer momento. Neste sentido, proponho que você reflita e escreva no papel (ou digite no computador) um breve e simples texto expressando a sua opinião sobre a adaptação que fiz de um pequeno trecho da matéria Raj Sisodia propõe novo líder, publicada na revista HSM Management, edição 117 (jul/ago 2016).

O especialista em capitalismo consciente Raj Sisodia propõe um novo líder ao afirmar que as empresas precisam de uma gestão mais humanizada e que mais mulheres na liderança é uma questão de tempo. Sisodia esteve no Fórum HSM de Liderança e Alta Performance em maio de 2016 para falar sobre liderança “shakti”. Shakti, na tradição indiana, é a entidade que move o todo o Universo, gera vida e cria tudo o que está ao nosso redor e que, por ser um poder criativo e não destrutivo, é uma energia feminina. Destaca ainda a necessidade de equilibrar o masculino e o feminino na liderança, pois em sua opinião, este equilíbrio vai acelerar a humanização na empresa e sua capacidade de praticar um capitalismo mais consciente. Hoje as mulheres representam 58% dos estudantes de universidades nos países desenvolvidos.

Você considera importante o aumento do número de mulheres em cargos de liderança? Na sua opinião, os homens e as empresas brasileiras estão prontos para isso? No Brasil, alguns especialistas em gestão argumentam que já somos emotivos o bastante e precisamos ser mais racionais. O que você pensa sobre isso?

Escreva livremente sobre as primeiras ideias que lhe vierem à cabeça, incluindo as suas respostas às três questões. Se desejar interagir comigo, envie um comentário ou escreva para: joaoflorenciobastos@gmail.com  | Mais: http://www.linkedin.com/in/joaoflorenciobastos

Como foi a sua interação com o livro Planejamento de Carreira?

Se você já leu o livro interativo Planejamento de Carreira, disponível gratuitamente no http://www.slideshare.net/joaoflorenciobastos  e respondeu as questões distribuídas ao longo do texto, acredito que você está pronto para responder a estas duas novas questões: O MBA que você cursou lhe ajudou a refletir para compreender e questionar suas experiências profissionais, gerando o interesse para novos desafios? Você aprendeu a desenvolver o seu senso crítico e a pensar de maneira reflexiva?

Pensar de maneira reflexiva é, por exemplo, analisar o quanto a experiência de ler o livro que sugeri lhe ajudou a avaliar a contribuição do MBA para que você alcançasse o resultado que esperava ao iniciar o curso. Será que no curso você encontrou as respostas que desejava? Será que aprendeu a formular as suas próprias perguntas? Será que aprendeu a ouvir as perguntas e respostas dos colegas e dos professores? Será que aprendeu a levar para o seu ambiente de trabalho algumas das experiências e questionamentos que ocorreram nas aulas do MBA?

Para alavancar a sua carreira após o MBA, independente do conteúdo das respostas às perguntas que lhe fiz até agora, vou sugerir um processo para aprimorar as competências de gestão e liderança desenvolvidas no curso, por meio do questionamento objetivo do progresso na carreira como gestor.

Se desejar interagir comigo sobre as questões formuladas no livro ou mesmo aquelas que formulei neste post, envie um comentário ou escreva para: joaoflorenciobastos@gmail.com  | Mais: http://www.linkedin.com/in/joaoflorenciobastos